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GOLPE DO ‘PIX ERRADO’ ENGANA VÍTIMAS E CRESCE NO BRASIL – ENTENDA COMO FUNCIONA E COMO SE PROTEGER

Nos últimos meses, um golpe tem chamado a atenção das autoridades e prejudicado inúmeras vítimas em todo o Brasil: o chamado “golpe do PIX errado”. Criminosos se aproveitam da agilidade e irreversibilidade das transferências via PIX para enganar pessoas e lucrar de forma ilícita.

Como o golpe acontece?

O golpe do “PIX errado” começa com o criminoso realizando uma transferência para a conta da vítima. Normalmente, o valor é baixo o suficiente para não gerar desconfiança, mas chamativo o bastante para ser notado rapidamente. Logo após a transação, o golpista entra em contato com a vítima, geralmente por telefone, WhatsApp ou até e-mail, alegando que fez a transferência por engano e solicitando a devolução do valor.

Modus Operandi dos criminosos

Os fraudadores utilizam diversas estratégias para convencer a vítima a devolver o dinheiro o mais rápido possível, sem checar a origem da transação. Entre as táticas mais comuns estão:

• Apelo emocional: dizem estar passando por dificuldades financeiras ou que o dinheiro seria para pagar uma conta urgente.

• Pressão psicológica: falam com urgência, alegando que precisam do dinheiro de volta imediatamente para evitar prejuízos.

• Falsa identidade: se passam por funcionários de empresas, lojas ou até bancos para dar credibilidade ao pedido.

Qual o objetivo do golpe?

Em muitos casos, o valor enviado à vítima é fruto de outras fraudes, como dinheiro obtido de cartões clonados ou de terceiros enganados. Ao devolver o PIX, a vítima, sem saber, pode estar ajudando a lavar dinheiro. Além disso, existe o risco de que o criminoso tenha feito a transação a partir de uma conta que será bloqueada posteriormente, tornando impossível para a vítima reaver o valor devolvido.

Como se proteger desse golpe?

Para evitar cair no golpe do “PIX errado”, siga estas recomendações:

• Nunca devolva dinheiro sem antes verificar a origem da transferência. Consulte seu banco ou verifique os detalhes da transação.

• Entre em contato com sua instituição financeira. Caso suspeite de golpe, comunique o banco para que ele possa investigar a movimentação.

• Evite agir sob pressão. Criminosos tentam acelerar o processo para impedir que a vítima reflita sobre a situação.

• Se possível, registre um boletim de ocorrência. Caso tenha recebido um PIX suspeito, procure as autoridades para relatar o caso.

• Ative a verificação em duas etapas em aplicativos bancários e de mensagens. Isso reduz a chance de que criminosos tenham acesso aos seus dados.

Conclusão

O golpe do “PIX errado” é mais uma estratégia dos criminosos para se aproveitar da confiança e da boa-fé das pessoas. Com a popularização do PIX no Brasil, é essencial que os usuários estejam atentos e saibam como se proteger dessas fraudes. Desconfie de solicitações inesperadas e sempre verifique as informações antes de tomar qualquer atitude. Afinal, quando o assunto é dinheiro, cautela nunca é demais.

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Consultoria e Assessoria:

Orvile Júnior

www.empodereseti.com.br

www.instagram.com/empodereseti

(37) 99938-0008

Orvile Júnior é Diretor Executivo da Empodere-se Tecnologia, uma empresa líder no Brasil em soluções abrangentes para segurança digital. Com vasta experiência em perícia computacional forense, investigação cibernética e recuperação de dados.

Atendemos ainda marcas nacionais e internacionais nos mais diversos segmento, pois contamos ainda com Investigação Cibernética e Perícia Computacional Forense, possuo certificação BlackBelt pela UPSkills que adiciona uma expertise ainda mais especializada em tecnologia e criptografia, capacitando-me a lidar com desafios complexos nesse campo em escala global e certificação internacional Especialista Certificado em Segurança de Rede (CNSS), pela ICSI (International CyberSecurity Institute), somos registrados na ANADIP (Associação Nacional dos Detetives e Investigadores Privados do Brasil) sob nº A-000398/20 e A.D.B (Associação dos Detetives do Brasil) nº 856/57; Professor Internacional pela ITIC (International Teacher Identity Card) validada, pela UNESCO/ONU sob nº T 055 200 714 641 M nas áreas de Tecnologia, Segurança da Informação e Criptografia; Licenciatura em Ciências Biológicas; Despachante Documentalista em 11 (onze) áreas pelo CRDD/MG (Conselho Regional dos Despachantes Documentalistas de Minas Gerais) sob nº 03323; Técnico em Administração com Habilitação no CRA-MG (Conselho Regional de Administração de Minas Gerais) sob nº 15-000527/D; Auxiliar do Conselho Justiça Federal – NUJUFE (AJG); Perito registrado no Tribunal de Justiça de Estado de São Paulo sob nº 92646; Perito registrado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios – TJDFT; Perito registrado no Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais – TJMG como Órgão Técnico e Científico na área de Perícia Forense Computacional, Grafotécnica e Documentoscopia; Especialista em Propriedade Intelectual; Jornalista, Repórter Fotográfico e Diagramador com registro profissional sob nº 0022709/MG, pelo SJP (Sindicato dos Jornalistas Profissionais) e FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas).

Orvile Júnior

Orvile Júnior é Diretor Executivo da Empodere-se Tecnologia, uma empresa líder no Brasil em soluções abrangentes para segurança digital. Com vasta experiência em perícia computacional forense, investigação cibernética e recuperação de dados.

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