O crescimento das fraudes bancárias no Brasil tem preocupado consumidores, instituições financeiras e autoridades. Entre os golpes mais comuns estão o da trava do cartão magnético em caixas eletrônicos e o da falsa central telefônica, práticas criminosas que, muitas vezes, atuam de forma integrada para causar prejuízos significativos às vítimas.
COMO FUNCIONA O GOLPE DA TRAVA DO CARTÃO
O golpe da trava do cartão ocorre quando criminosos instalam um dispositivo artesanal na entrada do caixa eletrônico, impedindo que o cartão seja devolvido após uma operação. Ao perceber que o cartão ficou preso, a vítima entra em estado de tensão e insegurança, situação cuidadosamente explorada pelos fraudadores.
Geralmente, os criminosos colam adesivos próximos ao terminal com um número de telefone que supostamente pertence à central de atendimento do banco. Ao ligar, a vítima acredita estar falando com um funcionário da instituição financeira, quando, na realidade, está se comunicando com a própria quadrilha.
Segundo o especialista e Mestre em Big Data e Business Intelligence, Orvile Júnior, “os criminosos utilizam análise comportamental para explorar o momento de vulnerabilidade da vítima, transformando uma falha aparente no caixa eletrônico em uma poderosa ferramenta de coleta de dados sensíveis”.
A FALSA CENTRAL TELEFÔNICA
Na etapa da falsa central telefônica, os golpistas se passam por atendentes do banco e solicitam dados pessoais, número do cartão, senhas e códigos de segurança. Em alguns casos, orientam a vítima a retornar ao caixa eletrônico para realizar novos procedimentos, enquanto um comparsa permanece no local para retirar o cartão preso e utilizá-lo posteriormente.
Com as informações obtidas, os criminosos realizam saques, transferências via PIX e compras indevidas, muitas vezes em questão de minutos, antes que a vítima perceba o golpe.
Para Orvile Júnior, “a combinação entre engenharia social e uso estratégico de informações faz com que esses golpes sejam cada vez mais eficazes, pois o discurso do fraudador é moldado conforme o perfil da vítima”.
MODUS OPERANDI E FORMAS DE PREVENÇÃO
O modus operandi dessas quadrilhas envolve observação prévia do local, escolha de caixas eletrônicos com menor circulação de pessoas e atuação coordenada. O principal elemento do golpe não é apenas o dispositivo físico, mas a manipulação psicológica da vítima.
O especialista alerta que, ao ter o cartão retido, o cliente não deve ligar para números colados no caixa eletrônico, nem fornecer dados pessoais por telefone. A orientação correta é procurar imediatamente um canal oficial do banco ou um funcionário da agência. Desconfiar de estranhos oferecendo ajuda também é fundamental.
Apesar dos investimentos das instituições financeiras em monitoramento inteligente e análise de dados para identificar transações suspeitas, a informação e a prevenção continuam sendo as principais armas do consumidor contra esse tipo de fraude.
Consultoria e Assessoria:
M.S.c. Orvile Júnior” ∴ ⋱ .:.
www.empodereseti.com.br
www.instagram.com/empodereseti
(37) 99938-0008
M.Sc. Orvile Silva de Oliveira Júnior é Diretor Executivo da Empodere-se Tecnologia, uma empresa líder no Brasil em soluções abrangentes para segurança digital. Com vasta experiência em perícia computacional forense, investigação cibernética e recuperação de dados.
Atendemos ainda marcas nacionais e internacionais nos mais diversos segmento, pois contamos ainda com Investigação Cibernética e Perícia Forense Computacional, Mestrado em Big Data e Business Intelligence (BI), possuo certificação BlackBelt pela UPSkills que adiciona uma expertise ainda mais especializada em tecnologia e criptografia, capacitando-me a lidar com desafios complexos nesse campo em escala global e certificação internacional Especialista Certificado em Segurança de Rede (CNSS), pela ICSI (International CyberSecurity Institute), somos registrados na ANADIP (Associação Nacional dos Detetives e Investigadores Privados do Brasil) sob nº A-000398/20 e A.D.B (Associação dos Detetives do Brasil) nº 856/57; Professor Internacional pela ITIC (International Teacher Identity Card) validada, pela UNESCO/ONU sob nº T 055 200 714 641 M nas áreas de Tecnologia, Segurança da Informação e Criptografia; Licenciatura em Ciências Biológicas; Despachante Documentalista em 11 (onze) áreas pelo CRDD/MG (Conselho Regional dos Despachantes Documentalistas de Minas Gerais) sob nº 03323; Técnico em Administração com Habilitação no CRA-MG (Conselho Regional de Administração de Minas Gerais) sob nº 15-000527/D; Auxiliar do Conselho Justiça Federal – NUJUFE (AJG); Perito registrado no Tribunal de Justiça de Estado de São Paulo sob nº 92646; Perito registrado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios – TJDFT; Perito registrado no Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais – TJMG como Órgão Técnico e Científico na área de Perícia Forense Computacional, Grafotécnica e Documentoscopia; Especialista em Propriedade Intelectual; Jornalista, Repórter Fotográfico e Diagramador com registro profissional sob nº 0022709/MG, pelo SJP (Sindicato dos Jornalistas Profissionais) e FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas).
