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Encontro marca homenagem a Carlinhos, Ex-Treinador do Nascente e Associação

Por Sérgio Cunha

O lendário Estádio Chico Marques, em Bom Despacho, voltou no tempo na manhã deste sábado (1). O antigo técnico Carlinhos Oliveira, da CEMIG, foi homenageado pelos eternos atletas do Nascente e das categorias de base da Associação, que defenderam as cores do clube no fim da década de 1980 e início da década de 1990.

Cerca de 40 ex-atletas atenderam ao chamado do ex-atacante da base do Cruzeiro, Rodriguinho, e do ex-lateral direito Serginho Ratinho para abraçar o amigo que, após muitos anos vivendo nos Estados Unidos, retornou ao Brasil para aproveitar a aposentadoria e estar mais perto da família. O reencontro foi marcado por emoção, lembranças e muitas histórias que o tempo jamais conseguiu apagar.

No excelente gramado do Chico Marques, o Nascente começou a partida com Richard; Serginho, Léo Tonani, Nono e Chacrinha; Cesinha, Lequinho e Biano; Rodrigo, Savinho S9 e Giovanni Tonani. Depois entraram Dute, Brites, Giovani Tiziu, Malucão, Marquinho do Blog, Alan, Glauco Bad Boy, Tchatchá e Mauro.

O Real Ratinho/Associação iniciou o jogo com Victor; Rodrigo, Dubode, Tuka e Leite; Jader, Alexandre e Canivete; Ari, Nego e Carlinhos do Morato. No decorrer da partida também participaram Júlio, Peruca, André, Adilson, Borges, Valmir Grilo, Xuxa e Libu.

Em campo, o equilíbrio prevaleceu e o placar terminou empatado em 3 a 3. Chacrinha, contra, Alexandre e o sempre badalado Carlinhos do Morato marcaram para o Real Ratinho/Associação. Pelo Nascente, os gols foram anotados por Marquinho do Blog, Léo Pomba e o astro Savinho S9.

Mas o placar foi apenas um detalhe. A verdadeira vitória aconteceu antes mesmo do apito inicial da arbitra Janaína Ferreira no abraço apertado entre velhos amigos, nas lembranças de uma geração e na justa homenagem a um homem que fez muito mais do que formar atletas. Carlinhos Oliveira ajudou a formar cidadãos. Quase quatro décadas depois, os meninos de ontem voltaram ao mesmo gramado para agradecer ao mestre que lhes ensinou que o maior título da vida nunca foi levantado com as mãos, mas carregado no caráter de cada um deles.

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